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    Livro de Amós: 5-8  ( Bíblia / Antigo Testamento )

5-8 "[...] procurai o que faz o Sete-estrelo, e o Órion, e torna a densa treva em manhã e muda o dia em noite; O que chama as águas do mar, e as derrama sobre a terra: o Senhor é o seu nome."

 

 

  Hoje em dia até mesmo pela agilidade da comunicação pela rede virtual, muito do conhecimento dito esotérico já é de dominio popular, mas ainda assim não vemos problemas pois só as pessoas que já ouviram o chamado interior é que irão conseguir parar no mar da informação e absorver esse conhecimento enquanto que a maioria ainda que tendo olhos não verão e tendo ouvidos não ouvirão...

 

  Nesse mar de informações tem se falado atualmente sobre a relação evidente da história de mestre Jesus e de outros mitos solares que teriam histórias semelhantes com datas chaves relacionadas a ocorrências astronômicas. O fato é que essas adaptações no sentido positivo enaltecem a fé e relativamente visam integrar o homem ao ritmo da natureza tal como é o exemplo do simples simbolismo do renascimento na primavera , ou seja, a igreja adaptou a história do mestre Jesus ao calendário das festividades dos ditos pagãos com objetivos claros mas não pode assumir isso publicamente também pelas mesmas questões óbvias de embasamento da fé.

 

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  Nessa linha de raciocinio também vem sendo divulgado que a data de 25/12, nascimento de Jesus Cristo é de fato uma alegoria do mito de Deus solar reproduzida a partir de tradições anteriores com bases estelares, onde a estrela Sirius se alinha com as 3 Marias de Orion e o Sol, refazendo o antigo mito  egipcio onde Sirius ( Isis ) transmitia o poder à Orion ( Osiris ) e esse aos filhos do Sol ( deuses ). Outro fato interessante é que essa data também é solsticio de inverno no hemisferio norte  tendo ao horizonte o signo da virgem ( ascendente em virgem - Y - )...

  Bem, esse é realmente um relato real e cientifico,  e do ponto de vista filosófico ensina ao homem a se voltar para a luz das estrelas como forma de salvação da alma. Essa é a chave do esoterismo, é saber que macrocosmo reflete o microcosmo e que tudo na natureza está em harmonia e equilibrio.

  

 Penetrando mais na mística egipcia de todas correlações matemáticas e filosoficas já tanto informadas com relação as pirâmides do Egito,  lembramos que a grande pirâmide de Gizé possui dutos curiosos que ao norte nas primeiras dinastias , apontavam para essas regiões do espaço espécias, de forma que na câmara do rei o duto norte apontava para a constelação do dragão e o sul para a constelação de Orion ( Osiris ). E a câmara da rainha tem um duto ao sul que aponta para Sirius  ( no mito egipcio = isis ) e outro para uma estrela fixa do norte... Vemos então a grande pirâmide de várias formas que vão desde o contexto filo-religioso e artistico até a um aparato ciêntifico ou máquina que ativada com certos elementos físicos e quimicos poderia ser um gerador eletromagnético ou acreditam até poder lançar raios de micro-ondas pelos dutos. A propósito essa construção foi tão bem planejada que os próprios dutos apontavam para estrelas matrizes de onde teriam vindo os chamados deuses e cujo interação genética na Terra teria produzido as 4 raças conhecidas no planeta, e segundo essa linha esotérica os hibridos extra-terrenas ajudaram a criar e povoar o planeta como irmãos mais velhos, estrangeiros, condutores nas raças dominantes que se sucederam no dominio do globo, em ciclos marcados por periodos de apogeu racial até seu declinio que foi marcado normalmente por um grande desastre natural como foi o caso do último diluvio que marcou o fim da Atlântida . As pirâmides do Egito e outras foram mesmo um legado deixado por esses nossos ancestrais e até hoje se procuram vestigios de uma cidade dos deuses ancestrais encoberta por esse deserto no Egito... A propósito, a linha de pesquisa cientifica que citamos tem por base que até pelo tamanho imenso da pirâmide e sua construção deveras especial, cientistas atualmente pesquisam que ela pode ter sido realmente um instrumento de precisão de antigas civilizações com conhecimento superior ao nosso, aparato esse que como um oscilador acoplado a Terra ressoava a algumas vibrações telúricas, reagindo e reagindo sons especiais e campos eletromagnéticos devido ao efeito piezoelétrico, na reação das vibrações com os cristais presentes nas rochas que compõem a pirâmide principalmente na chamada sala do rei; E é nessa linha de pesquisa que acreditam, por vestigios encontrados na construção, que em certa época hidrogênio foi produzido quimicamente na chamada sala da rainha pela combinação de duas soluções que eram lançadas pelos dutos de acesso externo para essa sala ( ácido clorídrico diluído no eixo Sul e zinco hidratado no eixo norte da Câmara da Rainha ) ; E seus átomos recebiam um estimulo eletomagnético e amplificavam um sinal por meio de salas de ressonancia que ecoavam as vibrações, como a grande galeria, criando por meio desses processos energia de microondas que poderia ser direcionada para fora da pirâmide por exemplo pelo duto norte da chamada sala do rei mas cujo propósito final é atualmente desconhecido.

Outro fato curioso é que o rio Nilo está proporcionamente relacionado as 3 pirâmides tal como as 3 Marias com a Via láctea, e o mistério revelado nesse simbolismo é que a alma deveria transcender a Via láctea para alcançar a morada original na Sirius que representaria o sol central já que é uma estrela relativamente próxima e muito brilhante.

 Sim, Sirius, uma das mais maravilhosas estrelas de nosso firmamento, possui sua aparente grande magnitude por causa do simples fato de que ela está a somente 8,7 anos luz da Terra. Ela emite 23 vezes mais luz do que o Sol e é 1,8 vezes maior do que ele. Mas comparada com outras estrelas como Rigel ou Beltegeuse, (da constelação de Orion) Sirius, no entanto, é relativamente pequena.

 Porém a história desta luminosa estrela é bastante singular. No antigo Egito, a estrela Sirius era alvo de uma particular veneração e era representada pela Deusa Sothis, ou Isis Sotis, e pelo Deus Hermes Thot. Seu aparecimento no céu coincidia com o momento da cheia do rio Nilo ( aproximadamente 3.000 anos A.C.), no auge do verão, cheia que vinha trazer prosperidade e fertilidade às terras inundadas. Na realidade esta cheia coincide com o auge do verão no hemisfério norte e até hoje, quando um dia está demasiadamente quente, é usada a expressão "Está um calor de cão". Na antiga Roma, cachorros eram sacrificados em nome dela. O nome "canicula" para indicar um período de grande calor também tem esta derivação. Outro dado interessante é que antigos astrônomos descreveram que Sirius se apresentava vermelha e hoje ela mostra uma luz branca, mas já se sabe que isso ocorre porque ela é uma estrela bipolar ,ou seja,  possui uma estrela anã branca que é sua companheira e com isso também descreve um órbita serpentina especial...

  Um outro dado astrônomico interessante é que por 3 dias antes do dito 25/12, o sol depois de se mover para o sul durante todo o ano, permanece baixo e parado se  alinhando com o famoso cruzeiro do sul , que de forma figurativa representaria o martirio do deus solar na cruz.

 Ressaltamos que o mais importante de tudo isso não é pichar o cristianismo ou invalida-lo como se fosse apenas uma cópia de cultos pagãos, mas valida-lo também como alinhado com a tradição esotérica que como tal possui seu lado popular e místico para a população em geral mas preserva os mistérios antigos da tradição universal velados.

  Após essa breve mas rica descrição, peço aos irmãos umbandistas que meditem sobre a estrela guia dos caboclos ( Sirius ), o cruzeiro das almas dos pai-velhos ( Cruzeiro do sul ), e as 3 estrelinhas do cinturão de Orion ( 3 Marias  ). Não esquecendo das 7 estrelas ( Ursa Maior ). Esses são alguns pontos que identificarão associando a Umbanda com a tradição esotérica das ancestrais religiões estelares que geraram o culto solar. Mas saibam que isso tudo é apenas a ponta de um véu onde o maior mistério está no invisivel e que só o sabio e puro de coração é que poderá penetrar.

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                      EDUARDO PARRA